“Olha, vamos lá tentar novamente, dessa vez esse negócio engrena ou então, gangrena”.

A Karla que me mandou o link pra essa. Na semana passada, o Globo reporter falou sobre o zoológico de sampa, hoje, no feriado, olha só como ficou a coisa por lá:

Lentidão na chegada ao Zoo de SP é de 7 km

É intenso o movimento de visitantes neste feriado de Dia do Trabalho.
Zoo, Zoo Safári e Jardim Botânico funcionam até as 17h nesta sexta.

Do G1, com informações do SPTV

Muitos paulistanos aproveitam esta sexta-feira (1º), feriado do Dia do Trabalho, para visitar o Jardim Botânico e o Zoo de São Paulo, na Zona Sul da capital. Com isso, as ruas nas proximidades desses locais estão congestionadas.

Na Avenida Miguel Stéfano, na Água Funda, a fila de carros é imensa. O congestionamento na chegada ao zoológico é de sete quilômetros. O zoológico (Avenida Miguel Stéfano, 4.241) e o Zoo Safári (Avenida do Cursino, 6.338) abrem das 9h às 17h. O Jardim Botânico (Avenida Miguel Stéfano, 3.031) também funciona até as 17h neste feriado.

Veja a matéria original

É isso aí! Ratinhos em fila.

…Então tchau, mande um beijo pra sua mãe.
Mando sim, pó de chá

Os que viverem verão,
Os que morrerem, inverno.

Queria começar esse post com a música: Ele voltou, o boêmio voltou… Mas não dá pois quase nunca bebo, e quando bebo, bastam-me três gotas de álcool pra que eu fique totalmente acabado e caia em sono profundo. Meu professor de ayurveda faz uns florais tão alcólicos que me sinto meu fora da casinha quando tomo as gotinhas. E pra celebrar minha volta, após algumas fechadas que levo no trânsito quando estou pedalando, criei esse incrível poema, to pensando em transformá-lo em música até…

Alô alô senhor motorista
Você não está numa pista
Você está numa rua
E a rua, não é a Lua
Que é dos Americanos,
A rua é de todos os seres humanos!

Ah rárárárárá! Eu se divirto sozinho. A mim, só me basta eu mesmo, mesmo…

O vedanta, a fundamentação espiritual de todo conhecimento metafísico da Índia, quando trata de Deus, diz que ele pode ter seus sentidos intercambiados, ou seja, pode comer com os olhos, cheirar com os ouvidos e daí por diante. Diz que Deus assim como nós tem uma personalidade e que somos qualitativamente iguais a ele porém, quantitativamente diferentes. Dessa forma, o que esperimentamos nesse mundo, como o prazer por exemplo, é um reflexo distorcido do real prazer espiritual degustado por alguém que já não habita mais esse mocózinho da Via-Láctea onde vivemos.

Pois bem, aqui em Curitiba estava acontecendo até poucos dias atrás um festival de música. Diversos instrumentistas tocando, dando aulas, estudando, aprendendo… Uma porção de coisas bacanas.

Fui ver um show de um pessoal aí e tive a oportunidade de experimentar de leve, o que o vedanta descreve quando fala da intercambiação de sentidos: senti a músicas deles em minha pele, vi as emoções que transmitiam, com meu estômago e ouvi a harmonia da música com meus olhos que captavam sua movimentação no palco. Somente músicas próprias, ótimas composições, arranjos e tudo mais. Nessa última apresentação que vi, a vocalista dona moça Doriane tocava uma flautinha que não tinha antes. Ficou, show, lindo demais. A música “Boteco da Vila” merece uma atenção especial, tem jeito de música de sucesso, daquelas que todo mundo canta. Uma beleza de show, recomendo muito mesmo!

“Eeeee, cerveja bem gelada sim senhor, eeeee….”

Baque Solto, música de primeira qualidade! Vejam lá o site desse pessoal bacana: www.baquesolto.mus.br

Conheço alguém que está num daqueles trampos temporários na Livrarias Curitiba, aqui em Curitiba, óbvio. Essa livraria pra quem não sabe é uma daquelas megastore super hábeis em destruir livrarias menores e fazê-las sumirem do mapa.
Na sexta-feira antes do carnaval podia-se ler o seguinte aviso no quadro interno destinado aos funcionários:

“Aqueles que ligarem na quarta-feira dizendo que não encontram passagem para voltar [supostamente do litoral], ou que não vieram trabalhar por outro motivo qualquer, não precisam mais vir”. Todos deveriam entrar naquele dia ao meio-dia. A pessoa de quem falo entrou meio-dia e saiu as oito da noite, teve quinze minutos de horário de lanche que conseguiu quase que a força.

Ela não me pareceu se sentir mais digna por isso.

Ter um filho, plantar um árvore e escrever um livro.

Ter um filho é idiota pois existem muitas crianças querendo ser adotadas e num planeta super populoso como o nosso, ter um filho me parece uma atitude egoísta.  Por outro lado, uma só criança, tem muito mais chances de crescer egoísta e demasiadamente auto-centrada.  Dessa forma, o ideal seria ter 2 filhos.

Plantar uma árvore não resolve nada, pelo contrário, só piora tudo. O sujeito que planta UMA árvore sente que fez seu dever e sai por aí com a consciência limpa sujando o mundo. Pilotando o carrão, comendo de tudo e ainda diz pra si mesmo que tá tudo bem porque já plantou uma árvore.

Escrever um livro talvez seja o tópico mais prejudicial. Não concorda? Dê uma olhada nas prateleiras de livros de administração,  esquisoterismo e auto-ajuda. As variações de “Quem mexeu no queijo que estava na mesa do meu pai pobre” e “Sun Tiziu a arte da Guerra no mercado, na fila do pão e na feira na luta por limão” são infinitas. Por outro lado temos lá uma infindável lista de livros de conselhos e técnicas de auto-transformação para pessoas que mal tem força de vontade para conseguir ler um livro inteiro. “Escrever um livro”, atualmente contribui para a idiotização do mundo e gasta papel pácas. Escrever um blog talvez seja mais aconselhável.

Tô nervoso.

Uma coisa muito legal nas bikes é que você pode trocar peças sem grandes custos, fazendo com que ela fique cada vez mais com sua cara sem ter que gastar uma grana com isso. Nesse momento a minha está no médico trocando algumas peças, vai voltar com pneus novos com faixas amarelas inclusive. Depois coloco umas fotos dela aqui.

O movimento da bicicletada está cada vez mais ativo por aqui. Ultimamente minha participação não tem sido das mais intensas mas ainda sim estou sempre por perto. Sábado passado foi feito aqui um evento que o pessoal chama de “faixa viva”, o que é quando as pessoas tomam a vaga de estacionamento de um carro e ocupam-na das mais diversas maneiras, em geral dando abertura para ações criativas. Nesse encontro conheci uma grande artista de São Francisco nos Estados Unidos, que passou uns dias em Curitiba ajudando a organizar uma exposição, a Mona Caron. Vale a pena uma visita ao site dela, veja lá!

Bom, agora vou almoçar, tomar um chá e pegar minha magrela no médico pra dar umas voltas com ela no solão que tá lá fora.

Dia desses participei de uma ação com meu amigo multi-meios super ativo Goura Nataraj meu camarada Gladson Targa- Falcon e a moça que insiste em dividir sua vida com o maluco aqui que vos fala – a Karla. O fato consistiu em plantarmos mudas inocentes de árvores no jardinzinho aqui na frente do meu prédio, aquele jardim que fica na calçada sabe? Então, tal ação faz parte do movimento organizado pelo Goura-multi-meios e você pode encontrar mais informações no blog dele aqui.

Tinha lá um Ipê amarelo, e outras três arvorezinhas das quais não lembro o nome agora. Digo tinha pois elas foram removidas de lá, e isso aconteceu no domingo pela manhã, o que me faz descartar automaticamente a ação de algum orgão da prefeitura e faz com que eu me volte para a população, mas especificamente para os moradores do prédio. Como é possível, apesar de tanta propaganda em todos os meios de comunicação, que alguém ainda possa ter coragem de arrancar uma árvore do chão em uma situação dessas?

Bom, plantamos uns girassóis lá e eles estão crescendo…

Existe um épico na Índia chamado Ramayana. A história conta as aventuras do grande herói e rei Rama, sua consorte Sita e seu grande amigo e devoto Hanuman. Sita é raptada pelo demônio Rakshasa e Rama, ajudado pelo semideus macaco Hanuman, partem em busca de seu resgate. A história é certamente um dos grandes épicos indianos e influenciou a cultura do país de forma permanente. Hanuman aliás, é o responsável pelo aspecto sagrado dos macacos na Índia. A respeito disso, ouvi um comentário divertido e meio maluco outro dia. Quando falava sobre como os macacos são sagrados por lá, alguém me disse: “mas o que não é sagrado na Índia?”.

O legal é que agora o Ramayana virou quadrinhos e os traços são de primeiríssima. Veja aqui ó: http://www.virgincomics.com/slideshow_ram.asp 

Ao que se diz, outros grandes textos sofrerão a mesma adaptação.

Meu chapinha Gladson Targa fez pra mim essa animaçãozinha. Você pode usar, mas não esquece de dizer que foi ele que fez. Pena que não funciona como avatar do msn…

yoga.gif

da BBC Brasil
O vice-prefeito da capital indiana, Nova Déli, morreu neste domingo, um dia depois de ser atacado por macacos dentro de sua casa.

SS Bajwa estava lendo jornais na sacada na manhã de sábado, quando os animais invadiram o local. Ao tentar espantá-los, o vice-prefeito perdeu o equilíbrio e caiu do primeiro andar, sofrendo graves ferimentos na cabeça.

Bajwa ainda foi levado para o hospital com vida, mas não resistiu, informou a agência de notícias Press Trust of India.

A cidade vem lutando contra a população cada vez maior de macacos, que ficam à solta pelas ruas, invadindo prédios e amedrontando as pessoas.

Os animais, vistos como a manifestação do Hanuman, o deus hindu dos macacos, são reverenciados pelos fiéis, que os alimentam com bananas e amendoins.

A casa do vice-prefeito fica perto de um templo dedicado ao Hanuman, onde centenas de macacos se concentram todos os dias à espera de comida.

No mês passado, um macaco quase causou um caos num aeroporto de Nova Déli ao conseguir entrar na área de segurança através de um buraco no teto.

Em 2004, um grupo de macacos invadiu o ministério da Defesa e rasgou documentos secretos.

A Suprema Corte da Índia cobrou uma atitude das autoridades municipais, que empregaram caçadores de macacos para capturar os animais e soltá-los nas florestas.

Mas o problema ainda persiste. Ativistas culpam o desenvolvimento urbano descontrolado pela destruição do habitat natural dos animais.

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To desconfiado que tem algum partido de esquerda controlando esses macacos na Índia…

da Efe, em Nova Déli

Pelo menos seis elefantes asiáticos, entre eles três filhotes, morreram eletrocutados depois de se embriagarem com cerveja e baterem em cabos de alta tensão no nordeste da Índia, informou hoje uma fonte oficial.

O incidente aconteceu neste domingo, no povoado de Chandan Nukat. Uma manada de cerca de 40 elefantes bebeu por engano a cerveja de arroz preparada pelas tribos da região de Meghalaya. Em seguida, eles começaram a correr pelos arrozais.

“Um dos elefantes tentou esfregar o lombo num poste elétrico, que não resistiu ao seu peso e caiu. O animal, então, sofreu um contato direto com o cabo de alta tensão”, disse o ativista Dipu Marak, em declarações à agência indiana “Ians”.

Várias testemunhas e funcionários disseram que viram o elefante, um macho adulto, retorcendo-se de dor e barrindo. O som atraiu vários outros, que sofreram o mesmo destino.

“Era patético ver a um elefante atrás do outro se eletrocutando diante de nossos olhos. Morreram seis no total, inclusive três filhotes”, disse um ancião do povoado, T. Sangma.

“Mais elefantes poderiam ter morrido. Mas alguns dos aldeões conseguiram afastar do cabo o resto da manada”, acrescentou.

Nos últimos meses, houve vários casos de elefantes causando danos em áreas de Meghalaya e na região vizinha de Assam, especialmente nos povoados onde as tribos elaboram cerveja de arroz, disse à “Ians” o especialista Kushal Konwar Sharma.

Os elefantes embriagados se enfurecem com facilidade e destroem choças e celeiros, além de atacar os habitantes das aldeias.

O aumento de ataques contra pessoas também se deve, segundo os especialistas, ao fato de que seu habitat está cada vez mais ameaçado pelas atividades humanas.

Na região de Assam, os elefantes mataram 239 pessoas nos últimos cinco anos. No mesmo período, 265 deles morreram, a maioria vítima de atos de vingança de humanos.

Assam e Meghalaya têm cerca de 6 mil elefantes asiáticos.

Entenderam crianças? Se você for pra um retiro em algum ashram da Índia, nada de levar wisky em baixo do casaco que essa história de globalização está deixando até os elefantes manguaceiros…

Não entendemos como um computador funciona, os que entendem, talvez não entendem como pode o coração bater. Aqueles que isso entendem, não compreendem como a lua influencia o crescimento das plantas e os que sabem como isso acontece talvez não entendam como o MASP pode se manter em pé. Talvez aqueles que saibam como isso acontece, não saibam o que acontece na bolsa de valores e aqueles que sabem, talvez não entendam a fé da velhinha de Taubaté. O fato é, como bem sabemos, que o que sabemos, nem de longe chega perto do que não sabemos. E pra aqueles que como eu, são fascinados por aquilo que não conhecem, segue um link de imagens que até mesmo aqueles que estudam o assunto, não tem muito uma idéia clara do que estão estudando.

http://www.spacetelescope.org/images/archive/top100/

Sugiro que você use muitos dos minutos do seu dia nessas imagens – elas são fascinantes.

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